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sábado, 2 de junho de 2012

Playstation 4: Estará próximo?





Nos últimos dias, uma lista contendo as possíveis futuras características do sucessor do PlayStation 3 apareceu em diversos fóruns e sites na internet, como o Gameranx. De acordo com a lista, que seria para uso exclusivo de desenvolvedores, o novo vídeo game deve ser lançado no último trimestre de 2013 e deve ter uma vida útil no mercado de dez anos.

Veja as especificações abaixo:

  • Processador Cell Broadband Engine 3.2 GHz de 22 nm
  • Placa de video personalizada NVIDIA/Sony “Quantum Leap” de 2 GHz
  • 10 GB de memória XDR2 para o sistema
  • 10 GB de memória GDDR6 dedicada
  • Sistema operacional Sony Aether GUI
  • Resolução máxima 2160p 2D e 1080p 3D
  • Retrocompatibilidade total com jogos e joysticks dos consoles antigos da Sony

Segundo a imagem, a GPU (Unidade de processamento Gráfico) do futuro vídeo game é baseada na arquitetura Kepler – a mesma da poderosíssima GTX680, lançada recentemente no mercado. Contudo, o site VG24/7 questionou algumas fontes ligadas à indústria a respeito do assunto e parece que tudo isso se trata de apenas de uma falsificação bem feita.
De acordo com os especialistas consultados, o preço final do aparelho poderia espantar consumidores. Ao mesmo tempo, a presença de uma placa NVIDIA também torna os rumores muito estranhos, uma vez que a Sony teria fechado uma parceria com a AMD.


Curiosidades: O "futuro" dos pcs


Antigamente os computadores eram somente disponíveis para quem possuía muito dinheiro, que carregavam uma grande fonte de status e não custavam menos do que 6 mil reais, aproximadamente. Hoje em dia, o preço até baixou, mas continua sendo muito caro (não está disponível para a grande maioria das pessoas).
Por esse motivo, aqui está uma lista de oito computadores (mais baratos do mundo). Eles são bem diferentes do que você está acostumado a ver e podem ser mais eficientes do que você esperava.

Raspberry Pi – US$ 25 (R$ 50)


Apesar do seu tamanho e da sua aparência, esse modelo tem alto desempenho de vídeo e de gráficos. É possível rodar jogos um pouco mais modestos e filmes em HD, através de um cabo HDMI. O computador foi desenvolvido com o conceito “sistema em um chip”, no Reino Unido, visando ajudar professores em aulas básicas de ciências.

DataWind Ubistale 7 – US$ 60 (R$ 120)

Criado na Índia, esse computador tem a finalidade de ser o PC mais barato do mundo — de modo que seja acessível para estudantes. Ele conta com tela touch de 7 polegadas e roda com Android 2.2. A bateria tem capacidade de três horas, desde que você não decida assistir a um filme em HD durante a aula.

Aakash 2 – US$ 40 (R$ 80)

Esse modelo é, obviamente, a revisão do Aaskash 1, que já era voltado para estudantes. Ele é indiano e parecido com o computador anterior da lista, mas tem um processador mais potente e memória maior. Além disso, ele roda com o Android 4.0 Ice Cream Sandwich e tem sistema Wi-Fi e GPRS.

Mele A1000 – US$ 70 (R$ 140)

É um dos discípulos do Raspberry Pi. Roda Android 2.3, mas também suporta o Linux Ubuntu. Tem memória e processadores medianos e entrada para USB e cartão SD. É um bom computador para uso geral, pois a sua entrada USB torna possível várias opções de trabalho.

MK 802 – US$ 74 (R$ 148)


Esse PC é curioso e diferente, pois tem a aparência e o tamanho de um pendrive, mas é um computador quase completo. Ele conta com 512 MB de RAM e 4 GB de memória HD e roda com Android 4.0. Além disso, ele transforma qualquer tela em monitor, desde que ela seja acessível por USB ou HDMI.

Intel NUC – menos de US$ 100 (R$ 200)

Esse modelo da Intel ainda não foi lançado, mas as previsões de lançamento são para o segundo semestre deste ano. Se tudo for como prometido, em um “corpo” de 10 cm x 10 cm, poderão ser encontrados: processador Core i3 ou i5 Sandy Bridge, Intel HD 3000, e conexões opcionais de Thunderbolt, HDMI e USB. Vai ser, com certeza, uma ótima opção para compra.

Aionol Novo 7 – US$ 120 (R$ 240)

O modelo é parecido com um tablet, com tela touch. Ele tem 8 GB de memória Flash (extensível para 16 GB com microSD), resolução de tela 1024x600 e Wi-Fi. Dessa forma, é possível jogar games populares, assistir a filmes e navegar pela internet. E o principal: tudo isso com autonomia de oito horas de bateria.

VIA APC 87520 – US$ 49 (R$ 98)

(Fonte da imagem: Reprodução/Laptopmag)
Essa é a melhor alternativa para substituir o Raspberry Pi. Pode ser ligado em qualquer televisão ou monitor, funciona com Android 2.3, tem 512 de RAM, possui 2 GB de memória e roda Flash. Além disso, também tem saídas HDMI, VGA, HDTV, USB 2.0 e microSD.


sexta-feira, 1 de junho de 2012

Conseguindo colocar o botão iniciar no Windows 8 Realease Candidate


 

Apesar de a Microsoft ter anunciado que vai remover as linhas de código que permitem reincorporar o botão Iniciar ao Windows 8, a iniciativa da empresa não teve reflexos na versão Release Candidate do sistema operacional. Um membro do fórum Neowin identificado pelo nome Jose 49 descobriu que programas como oViStart, Start8 e Classic Shell continuam a funcionar na nova versão da plataforma.

Caso você queira testar o lançamento mais recente da empresa, ao menos no momento não é preciso nutrir qualquer preocupação quanto à impossibilidade de acessar a interface antiga. Ao que tudo indica, a eliminação completa dos meios de interação anteriores só deve ser realizada na versão final do software.

A Microsoft afirmou que planeja abandonar completamente a interface Aero no Windows 8. Em uma declaração feita ao site The Verge, a companhia avisou que está preparando uma série de surpresas para a versão final do sistema operacional, que só devem ser reveladas assim que ela estiver pronta para chegar às lojas.


Um concorrente do Android?



Em meio ao conflito entre iOS e Android, surgem alguns sistemas visando oferecer alternativas às fabricantes e aos consumidores. O segmento móvel já recebeu o Bada, o MeeGo, o Maemo, o Windows Phone e, agora, está prestes a conhecer o Tizen.

Configuração de testes


Para ver como é o Tizen, foi utilizado uma máquina virtual. Por se tratar de um teste no computador, não pude utilizar a versão ARM. Porém, algumas configurações básicas possibilitaram uma boa simulação do funcionamento em um smartphone. Confira as especificações de nossa máquina virtual:
  • Tela com resolução de 1280x720 pixels
  • Densidade do display configurada para 316 DPI
  • 1 GB de memória RAM
  • Três teclas de atalho
  • Compartilhamento de arquivos ativado

Ao inicializar o sistema pela primeira vez é solicitada a seleção de um idioma-padrão. Apesar de estar em versão de testes, o Tizen já oferece tradução completa para o idioma português. Depois, basta configurar o teclado e o horário para começar a brincar com o software.

Tela inicial e barra de status


Ao iniciar o Tizen, você logo percebe coisas parecidas com o Android. Apesar disso, existem algumas diferenças para você saber que não está usando o sistema da Google. A Samsung aproveitou alguns elementos visuais do Bada para deixar o software com um estilo próprio.

A tela inicial do Tizen traz os atalhos para as aplicações disponíveis. Além disso, um número na parte superior do display indica que você está na primeira área de trabalho — não é possível adicionar novas telas usando o SDK.

Acima dos ícones, está uma barra de status com algumas informações úteis. O sistema exibe um ícone da rede 3G, do sinal da operadora, do volume e da bateria. O relógio também é mostrado nesta barra, o que a deixa muito parecida com a do Android.

Aplicações e configurações

O Tizen ainda está dando os primeiros passos, por isso ele traz apenas aplicativos básicos. Por enquanto, os softwares originais não têm nomes definidos, mas dão acesso às seguintes funções: Internet, Calculadora, Relógio, Contatos, Calendário, Galeria, Memorando, Mensagem, Música, Telefone, Definições e Procurar.


O Tizen Browser, navegador do sistema, apresenta boa velocidade para carregar sites com grande carga de conteúdo. Apesar de estar em um estado avançado de desenvolvimento, o programa não foi capaz de completar o teste Acid3 — mas marcou 99 de 100 pontos. O programa alcançou 400 pontos (mais 15 de bônus) no teste do site The HTML5 test. Detalhe: talvez o navegador do seu PC não alcance tal desempenho.

A galeria de imagens é muito bonita e funciona perfeitamente. Ela traz opções de slideshow, zoom e agrupamento de imagens em álbuns. Os demais programas apresentaram bom funcionamento, porém não há muitas atividades para realizar com eles.

Algo que merece destaque é o suporte para múltiplas tarefas. O Tizen não só é capaz de executar diversos softwares, mas ainda fornece um gerenciador rápido para encerrar e alternar entre os programas abertos.

Um concorrente que incomodará?

O Tizen nos impressionou com sua interface modesta e os poucos recursos que fornece. Ainda que não seja um sistema robusto como os concorrentes, ele parece estar preparado para receber uma enxurrada de programas e ter sua funcionalidade ampliada.

Apesar de não termos meios para testar todos os recursos do programa, vale lembrar que ele tem suporte para NFC, GPS e tecnologia 4G. Isso sem contar que o sistema deve receber versões para smartphones, tablets, notebooks e televisores.

Por enquanto, o Tizen não representa ameaça para o iOS, tampouco para o sistema da Google. Todavia, ele pode ganhar destaque, visto que ele é open source e tem capacidade para executar aplicativos de Android. Esperamos por novidades para tirar conclusões mais aprofundadas. Os primeiros dispositivos com Tizen chegam ainda este ano.

Pelo que foi percebido, vi que é um software muito parecido com o android, mas que num tem po próximo ele pode se tornar uma pedra no sapato do android, pois ele ainda terá melhoramentos. Essa versão testada só foi uma prévia.


quarta-feira, 30 de maio de 2012

CUIDADO: Vírus do face!!!!!!!!!!!!!!!




A Trend Micro descobriu a existência de um novo vírus, que está se espalhando por meio do sistema de mensagens instantâneas do Facebook. A praga, chamada Steckt.Evl, abre janelas de chat com amigos do usuário infectado, contendo apenas um link. Basta abrir a página para que um pequeno aplicativo seja baixado.

O primeiro passo do vírus é desabilitar qualquer antivírus que esteja sendo executado. Logo depois, o Steckt.Evl desinstala o software e passa a baixar malwares para a máquina infectada, além de tentar continuar se propagando por meio da abertura de janelas de chat com outros usuários do Facebook.

Para evitar ser infectado, o ideal é desconfiar de links simples enviados pelo Facebook, principalmente se eles vierem de amigos com quem você não tem o costume de conversar. Antes de abrir a página enviada por seu colega de rede social, certifique-se de que foi mesmo o responsável pelo envio.


O Flame: Continuação

                              

Eu já comentei em meu blog sobre este potente vírus que está à solta por aí, mas é bom falar mais um pouco dele para vermos a realidade de sua capacidade de "roubar" dados.
LEMBRANDO: A característica desse vírus não é de destruir o PC!

O vírus Flame pode ser considerado um dos mais potentes da história da computação. Até mesmo o temido Stuxnet pode parecer coisa pouca perto da influência da mais nova praga do mundo virtual. A Kaspersky já criou uma solução, chamada Trojan Flamer Removal Tool, para que os consumidores comuns possam se proteger dessa ameaça. 
Entretanto, os usuários comuns não são o principal alvo do malware.

Vitaly Kamlyuk, especialista em malwares da Kaspersky, detalhou em entrevista ao site RT o que exatamente é o vírus, quem está por trás dele e por que ele está sendo considerado tão perigoso. Segundo ele, o principal alvo é o Irã e, por conta disso, o vírus foi espalhado com muita força pelo Oriente Médio.

A enorme complexidade do vírus levou os especialistas da Kaspersky a acreditar que não se trata de um ataque de um grupo hacker, mas sim que há um país por trás de sua criação. 

Kamlyuk relatou que a descoberta do Flame foi por acaso e, diferente de muitos, o vírus não possui características destrutivas.

“Eles não se preocupam em atacar computadores ou acessar informações pessoais de quem quer que seja, apenas transforma as máquinas em um espécie de janela, em que todos podem ver o que está se passando”, explica Kamlyuk. A análise do Stuxnet levou vários meses, mas o Flame é muito mais complexo e um relatório detalhado pode levar até um ano.

Para o especialista, a humanidade está perdendo muito a cada dia que passa com a criação de armas virtuais como essas. “Estamos lutando entre si em vez de lutar contra os problemas globais que todo mundo enfrenta em suas vidas."
















terça-feira, 29 de maio de 2012

Como aumentar a velocidade de sua internet


Quando o assunto é internet, um fato é certo: todo mundo quer sempre o máximo de velocidade. Porém, por mais que as operadoras disponibilizem conexões cada vez mais rápidas, nem sempre o usuário consegue acompanhar essa evolução, seja por questões técnicas ou financeiras.

Contudo, existem vários modos de extrair o máximo de sua conexão, independente de ela ser lenta ou não. Por conta disso, o Tecmundo preparou um pequeno guia com informações úteis para você navegar e fazer downloads com mais velocidade. Diga adeus às dores de cabeça e saiba como aproveitar toda a largura da sua banda.


Bits ou bytes: uma grande dúvida 


Os anúncios de provedores de internet sempre prometem vários “megas” para a sua internet, mas é importante esclarecer um fato. A velocidade é oferecida em megabits (Mb), e não em megabytes (MB).

Essa pequena confusão faz bastante diferença na prática: 1 byte equivale a 8 bits, ou seja, se você contrata uma internet de 10 “megas”, vai fazer transferências a uma velocidade aproximada de um oitavo desse valor, ou seja, cerca de 1250 kBps (kilobytes por segundo). 

Dessa forma, é possível ter uma ideia da velocidade máxima com que transferências serão feitas entre a web e o seu computador.

Saiba mais em:
  • Por que eu contrato um serviço de internet de 10 ‘Mega’ e baixo arquivos a 1 MB?
  • Sua internet está lenta? Faça um teste
  • De quantos "megas" é a minha internet?

Navegador: quanto mais limpo, melhor


Apesar de não influenciar diretamente na velocidade de download de seus arquivos, manter o navegador limpo vai ajudar você a acessar páginas da internet em menos tempo. Além de agilizar o funcionamento do browser em si, isso ajuda que arquivos temporários não causem interferência negativa na navegação.

Sempre que você acessa um site, o programa guarda no computador algumas informações e arquivos presentes nas páginas, de modo a facilitar acessos futuros. Entretanto, quando há um grande acúmulo desses arquivos, o navegador pode ficar sobrecarregado.

Quando uma página que você acessa sempre é alterada, é possível que haja conflito entre os arquivos atuais e aqueles presentes no cache do seu navegador. Por tudo isso, é fundamental limpar o browser com frequência.


Acelerando a navegação


A utilização de aceleradores de navegação é um tanto quanto controversa, pois enquanto muitos afirmam que a melhoria é considerável, outros são um pouco mais céticos sobre a eficácia deste tipo de aplicativo..
Isso pode acontecer porque, em uma internet mais rápida, a aceleração é praticamente imperceptível. Contudo, em conexões mais lentas, os efeitos gerados pela utilização desse tipo de programa podem ser constatados com mais clareza.

A ação desses aplicativos consiste, basicamente, em fazer pequenas alterações no navegador, principalmente relacionadas ao tamanho dos arquivos que precisam ser baixados. Com isso, imagens são comprimidas e o código HTML é compactado para que o carregamento da página seja feito mais rapidamente. Entretanto, isso pode causar diferença na qualidade do conteúdo, como imagens carregadas em baixa resolução.

Além disso, os aceleradores também costumam salvar pequenos pedaços do site para facilitar carregamentos posteriores. Com isso, se você acessar a página e não houver nenhuma grande mudança desde a última vez, os aplicativos usam esse “backup” em vez de carregar tudo do zero novamente.

Para esta função, os três programas mais baixados no Baixaki são Ashampoo Internet Accelerator, Network Cable e ADSL Speed e o Simple Net Speed. Se preferir, verifique outras opções.
Saiba mais em:












Download mais rápido


Aceleradores de conexão ajudam o navegador a carregar tudo mais rápido e isso é ótimo, mas você não pode se esquecer dos downloads. Existem vários programas que fazem isso, então você pode escolher aquele que mais se adequar às suas necessidades. Os aceleradores conseguem otimizar a velocidade de download ao “quebrarem” o arquivo em várias pequenas partes, baixando cada uma delas simultaneamente.

Uma boa opção para acelerar seu download é usar um gerenciador. São milhares de opções existentes, entre as quais é possível destacar as mais populares no Baixaki: Orbit Downloader, Download Accelerator Plus, Free Download Manager, Puxa Rápido e FlashGet.
Saiba mais em:


YouTube sem travas


Serviços de streaming, como o YouTube, necessitam de uma boa conexão para que você não tenha que sofrer sempre que pensar em apertar o play, principalmente quando o vídeo está em alta definição e você tem uma conexão lenta. Mas essa situação pode ser amenizada.

O Biwifi é um pequeno programa que acelera o carregamento de vídeos, fazendo com que o tempo de espera seja bem menor. Outra opção razoável para não ter que esperar muito para carregar um vídeo no YouTube é o SpeedBit Video Accelerator.
Saiba mais em:
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Vale lembrar que tudo o que foi apresentado aqui serve para otimizar a sua conexão, alcançando o máximo dentro das possibilidades do seu plano de internet banda larga.


segunda-feira, 28 de maio de 2012

Descubra o que é memória virtual



Se você é interessado em mexer nas configurações do sistema, certamente já se deparou com o termo “memória virtual”. O problema é que são poucas as pessoas que param para pensar sobre a importância que esse tipo de memória tem para o sistema operacional como um todo.

Antes de poder explicar o que é a memória virtual, é importante ao menos falar um pouco sobre a memória RAM. Embora não seja possível perceber em um primeiro momento, os sistemas armazenamentos RAM e virtual possuem uma relação muito grande entre si.


Primeiro: a memória RAM


A chamada memória RAM é o local utilizado pelo processador para armazenar as informações de tudo o que estiver aberto em seu computador, seja um jogo ou uma aplicação qualquer. Assim, conforme novos aplicativos vão sendo executados, a RAM é consumida.

O problema é que o espaço da memória RAM nos computadores é limitado, e os aplicativos consomem cada vez mais espaço nela. E quando a memória RAM se esgota, o que acontece? Muito simples: o processo utiliza a memória virtual.
 

Memória virtual?


Os arquivos de paginação nada mais são do que um espaço no disco rígido reservado para ajudar a armazenar os dados da memória RAM quando ela está cheia. É uma forma de estender a quantidade de memória para os dados temporários utilizados pelos aplicativos em execução sem que você precise fazer um upgrade de hardware.


Então por que existe a memória RAM?


Você deve estar se perguntando: por que usar a memória RAM? Não seria mais fácil simplesmente utilizar o HD para colocar os dados temporários? Não necessariamente. A principal diferença entre a RAM e o armazenamento virtual está na velocidade de acesso.
 

O processo de leitura e escrita no disco rígido é extremamente mais lento do que na memória RAM. Dessa forma, acessar os dados presentes no recurso virtual é muito mais devagar do que no recurso físico.

forma, se o seu computador estiver com pouca memória RAM livre e precisar usar a memória virtual para armazenar os dados dos programas, certamente haverá uma queda de desempenho significativa.

Como ativar e configurar a memória virtual?


Para ativar a memória virtual do Windows, acesse o Painel de Controle e clique sobre o item “Sistema”. Agora, selecione a opção “Configurações avançadas do sistema”, localizada na coluna à esquerda da janela.

Na tela que abrir, acesse a guia “Avançado” e, em “Desempenho”, clique no botão “Configurações”. Uma nova janela será mostrada. Clique na aba “Avançado” e, em seguida, na opção “Alterar...”.



















Você pode deixar que o sistema operacional faça o gerenciamento da memória virtual. É só deixar a opção “Gerenciar automaticamente o tamanho do arquivo de paginação de todas as unidades” marcada.

Caso queira ter a liberdade para escolher o espaço em disco que será reservado para os arquivos de paginação, desmarque o item citado acima, selecione a opção “Tamanho personalizado” e preencha os campos “Tamanho inicial” e “Tamanho máximo” com os valores desejados.

Para finalizar, clique em “Definir” e aguarde até que as alterações sejam, de fato, aplicadas. Depois, pressione o botão "Ok". Para saber mais a respeito de aceleração de memória RAM, acesse o artigo Acelerando a Memória RAM.

Descubra o que é uma ISO


ISO é um formato de arquivo que contém todas as informações sobre o conteúdo de um CD ou DVD, seja ele de áudio, vídeo ou dados. Extensamente compatível com vários programas gravadores, a funcionalidade deste formato é ser simples: basta abri-lo em um programa compatível para poder gravar este conteúdo ou até mesmo executá-lo sem a necessidade da mídia física.

Uma imagem ISO compreende uma série de arquivos reunidos em um só. Antes, somente programas específicos gravavam uma imagem em DVD ou CD. Hoje, praticamente todos os programas gravadores são capazes de interpretar este conteúdo e gravá-lo.

Todos os dados de uma imagem ISO são mantidos sem nenhum tipo de compressão. Isso significa que o tamanho de um arquivo ISO representa o tamanho real que é ocupado em um CD ou DVD.

Outras informações, como código de boot, estruturas e atributos também fazem parte de uma imagem. Essas características fazem deste formato uma alternativa válida para a distribuição de softwares, por exemplo. Ao invés da confecção e distribuição de uma mídia física, basta transferir este conteúdo pela internet ou por um ambiente de rede.
A sigla ISO vem de International Organization for Standardization (Organização Internacional para Padronização) e vem do sistema de arquivos ISO 9660, usado em CDs e DVDs. Este formato também é compatível com o sistema Mac OS X, mas a extensão utilizada neste caso é CDR.


Criando uma imagem


Você pode fazer cópias de segurança de seus CDs e DVDs utilizando imagens para isso. No Baixaki você encontra vários programas que executam esta tarefa. O destaque entre as ferramentas gratuitas é o Free Burn-Create ISO. Outros destaques incluem o Satsuki All2DVD (que cria imagens para DVD) e o PowerISO (que não é gratuito).


Acessando o conteúdo de uma imagem sem gravar


É possível acessar e executar o conteúdo de uma imagem sem gravá-la em uma mídia. Para isso, cria-se um drive virtual em seu computador capaz de interpretar todo o conteúdo da imagem. Os destaques presentes no Baixaki são o Virtual CloneDrive, o CD Anywhere e o MagicDisc.

CUIDADO: Novo vírus atacando


Esqueça ameaças como o Duqu e o Stuxnet. Esses vírus, que têm o objetivo de infectar computadores militares e de grandes corporações, podem ter encontrado um concorrente à altura. De acordo com um especialista do Kaspersky Labs, um malware chamado Flame é o novo vilão da segurança digital.
Até 20 vezes mais eficaz e potente que malwares semelhantes, o Flame é uma “caixa de ferramentas” que une características de trojans, worms e backdoors, criando um organismo virtual com um banco de dados potente e capaz de realizar várias tarefas espiãs em máquinas infectadas. O nome, dado pelo próprio Kaspersky Labs, vem do módulo principal de ataque do vírus.
Ainda segundo a companhia, os “poderes” dessa ameaça incluem monitoramento de rede, keylogging, captura de áudio ou de tela e envio de dados para o servidor que controla o malware. Ainda não há pistas sobre quem ou que governo estaria por trás da criação do malware, mas o objetivo principal é mesmo a coleta de informações institucionais.
Possivelmente criado em 2010, o Flame já teria estrategicamente atingido mais de 400 PCs somente em países do Oriente Médio, como Irã, Israel, Síria, Líbano, Arábia Saudita e Egito.

domingo, 27 de maio de 2012

Motivos pelos quais os programas deveriam se atualizar de ano em ano


Alguns aplicativos recebem várias atualizações durante o ano, especialmente com pequenos consertos nas suas funções, como os navegadores. Já outros preferem lançar sempre versões maiores com um intervalo de tempo variando entre um e dois anos, mesmo que possuam reparos periodicamente (os antivírus são um exemplo dessa afirmação).

Embora esses pequenos ajustes algumas vezes façam uma grande diferença, será que não seria melhor apresentar mudanças mais significativas, mesmo que isso representasse lançar uma grande versão atualizada? Abaixo, apresentei alguns motivos pelos quais uma “grande versão” poderia ser uma boa alternativa a várias atualizações.


Quando uma atualização grande ajudaria

Existem casos claros nos quais o excesso de atualizações (ou a falta delas) pode gerar uma série de problemas, especialmente para quem utiliza os aplicativos com certa frequência. Abaixo, abordei os problemas mais comuns encontrados.


Tempo-limite para lançar uma atualização


O Firefox é um navegador que não necessita de apresentações, sendo já bem conhecido pelo público e muito utilizado. Ele entrou na onda de atualizações constantes tentando acompanhar o ritmo que elas possuem no Chrome. Como o browser da Google, o Firefox recebeu vários reparos com relação ao desempenho, além de funções adicionais.

No caso do Firefox (ao contrário do Chrome), a aparência também foi completamente renovada (embora já esteja meio semelhante há algum tempo). Porém, em algum momento parece que os desenvolvedores perderam um pouco o rumo. As atualizações do navegador trouxeram melhorias, mas também uma série de problemas.

Um dos conflitos mais comuns são as extensões, que podem ficar incompatíveis por um grande período de tempo entre as mudanças, mas diversos aplicativos apresentaram problemas com o navegador entre a troca de versões. As versões anuais talvez fossem uma solução que a Mozilla poderia adotar, especialmente para unificar o estado dos complementos.
Firefox: visual renovado, mas muitos problemas

Além disso, tirar a pressão do tempo-limite para atualizar poderia fazer com que o navegador apresentasse as suas melhorias já completamente estáveis, fazendo com que quem o utiliza enfrentasse menos problemas. Afinal, quem quer testar as atualizações em tempo real sempre pode contar com o Aurora e o Firefox Beta, que existem exatamente para esse propósito.

Essa também é uma característica válida para o Chrome, visto que outros aplicativos que utilizam o browser nem sempre estão adaptados para as alterações feitas nele. Embora em algumas ocasiões não haja problemas, isso pode gerar conflitos e até mesmo travamentos para quem o está utilizando. Aqui, o caso também poderia facilmente ser solucionado com uma versão anual, deixando que os testes fossem aplicados na versão existente para tal.


A aparência continua a mesma!


Se você parar para pensar por alguns momentos, provavelmente vai se lembrar de que o Google Chrome é um navegador com pouco tempo no mercado, especialmente em comparação com os seus principais competidores. Com o objetivo de conquistar rapidamente uma grande fatia desse mercado, a Google se propôs a trabalhar constantemente no browser lançando diversas atualizações dele durante os anos.

Muitas das mudanças do Chrome não são visuais, normalmente almejando melhorar o desempenho do navegador. Isso pode ser bom para a identificação visual, no entanto pode passar a impressão de que a empresa não se preocupa com alterações que possam deixá-lo ainda mais intuitivo também com relação ao seu visual.

Uma “grande versão anual” seria uma ótima oportunidade para verificar se existe a procura por um modelo diferenciado também em relação à aparência e para fazer mudanças visuais, que costumam ser um pouco mais escassas no Google Chrome.

Aqui, embora tenha um volume menor de atualizações, também entraria o Adobe Reader. Embora ele seja um excelente aplicativo, há muito não vemos uma modificação significativa da sua interface.


Mudanças imperceptíveis


O iTunes é um dos diversos aplicativos para ouvir música no computador. Embora haja a preferência de alguns pelo programa, um dos motivos pelos quais ele é mais popular é a sincronização de músicas para o iPod e iPhone. Este é mais um programa que recebe várias atualizações durante o ano.
O iTunes mudou? Sério?

Porém, alguém sabe dizer o que mudou no iTunes? Não é só uma condição de aparência. As alterações costumam ser pouco significativas e, provavelmente, seria muito melhor se ele sofresse uma atualização mais significativa, mesmo que fosse somente uma vez ao ano. Isso faria com que as pessoas conseguissem ver melhor as diferenças implementadas no programa.


Atualizações conforme a plataforma


Um bom exemplo desse tópico é o Skype. O programa é um dos mensageiros instantâneos mais utilizados da atualidade, especialmente por funções como videoconferências em grupos (inclusive em HD) e integração com uma das redes sociais mais utilizadas no momento, o Facebook.

Nas últimas atualizações, o Skype buscou melhorar a sua interface, bem como os emoticons, com o objetivo de cativar as pessoas que preferiam o Windows Live Messenger (MSN) pela tela mais amigável e intuitiva. Não há como negar que o áudio e transmissão do aplicativo também mantêm ótima qualidade.



No entanto, as atualizações do Skype não são multiplataforma. Enquanto a versão do Windows está na 5.9.32.114, a do Linux ainda é a 2.2.0.35 Beta e a do Mac é a 5.7.0.1130. Embora isso não pareça um problema, as mudanças podem gerar conflito para enviar e receber mensagens entre as versões (mesmo para quem está utilizando com mesmo SO, mas em uma versão diferente).
Esse é um conflito que talvez fosse resolvido se, além das melhorias eventuais, o programa recebesse uma versão anual para “sincronizar” as pessoas que o utilizam. Nesse quesito, também entra o iTunes, porém de uma forma um pouco mais delicada. O aplicativo da Apple está em boa sincronia de versões para o Windows e o Mac, mas simplesmente não está disponível para o Linux.


Mas nem tudo é fácil


Nem sempre uma mudança anual é tudo o que as pessoas precisam para que um aplicativo fique melhor. Algumas vezes, o desenvolvedor “erra um pouco” no excesso de combinações ou na quantidade de ferramentas, podendo deixar um programa esteticamente deselegante, fazendo com que as pessoas ou voltem para uma versão anterior ou saibam que, ao menos durante um ano, terão que utilizá-lo daquele jeito.


Tendo que me acostumar


O Windows Live Messenger (MSN) ainda é um dos mensageiros instantâneos mais utilizados. Mesmo que ele possa ser acessado online, várias pessoas ainda preferem baixar a versão de desktop e aproveitar os recursos proporcionados pelo programa. Ultimamente, esse é um programa que, apesar de algumas atualizações constantes, recebe sempre uma grande versão anual.

Isso é bom, especialmente para criar a expectativa da nova versão, mas às vezes pode ser uma grande furada, como foi o caso da última atualização. Uma grande parte de quem utiliza o Windows Live Messenger simplesmente não gostou da interface, considerando-a excessivamente poluída, além de confusa.
Interface estranha, MSN

A tela central do programa exibe os contatos no meio de publicidade e integração com o Facebook, o que tirou um pouco da assinatura visual do programa. Além disso, algumas funções que costumavam estar “no mesmo lugar” foram modificadas (bem como alguns dos menus), o que dificultou um pouco o uso.
Embora parte do problema inicial já tenha sido consertado, nesse caso, talvez fosse interessante que o programa recebesse mais miniatualizações, focadas em consertar os principais alvo das críticas.


Estamos trabalhando para deixar tudo melhor


Apesar do tema do artigo ser, de certa forma, apontar problemas, vale lembrar que nem sempre há um culpado por trás deles. Às vezes, a falta ou o excesso de atualizações é influenciado pelo mercado atual para determinado software, e elas ocorrem pensando sempre em quem vai utilizar o aplicativo.