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sexta-feira, 22 de junho de 2012

O fim do Windows XP


O Windows XP chegou às lojas em outubro de 2001. Com grandes novidades em sua interface, aos poucos ele foi conquistando as pessoas de todo o mundo. Mesmo tendo o criticado Internet Explorer 6 como navegador oficial, o SO sempre trabalhou com muita estabilidade e velocidade nunca antes vista.

Além disso, desde o começo, ele sempre funcionou de forma muito robusta, apresentando poucos problemas com relação a congelamentos e a temida tela azul da morte. E quem utilizou Windows 95 ou 98 sabe muito bem que, antes do XP, esses acontecimentos eram rotina.

Porém, dizem que tudo na vida tem um ciclo (e com o SO mais utilizado de todos os tempos isso não é diferente). Os recursos do Windows XP estão ficando ultrapassados, e a Microsoft já anunciou o fim do suporte ao software. Parece que aquele momento chegou: é hora de você partir para um novo sistema operacional.

Atualizações serão descontinuadas


Não somos nós que estamos decretando o fim do Windows XP. Quem faz isso é a própria Microsoft, que anunciou de forma oficial a interrupção de qualquer suporte ao SO. A data já foi cravada: 8 de abril de 2014. Ou seja, você tem menos de dois anos para pensar em qual será o seu próximo sistema operacional. E não se trata só do Windows XP. O Office 2003 também não contará mais com o suporte da companhia.

Segundo a companhia, a descontinuidade do software se deve a vários fatores. A chamada Política de Ciclo de Vida de Suporte, desenvolvida pela empresa junto aos seus clientes, aponta um tempo de 10 anos para que esse acompanhamento seja realizado.

Além disso, a evolução da tecnologia requer, inevitavelmente, que novas soluções sejam criadas, tudo para que as demandas inovadoras em TI, aquelas que não existiam 10 anos atrás, possam ser atendidas da maneira correta.

Por fim, a Microsoft também cita o fato de que as vendas do Windows 7 e do Office 2010 superaram as do XP, sendo as versões com melhor desempenho mercadológico da história. E a prova disso é o fato de que o 7 já é mais utilizado que o XP, pelo menos nos Estados Unidos.

Riscos



O fim do suporte dado pela Microsoft é determinante para que uma série de problemas comece a surgir com mais frequência no Windows XP. Atualizações de segurança, por exemplo, não estarão mais disponíveis, algo capaz de comprometer os dados do seu computador.

Pacotes de melhorias e compatibilidade, além dos drivers, também não vão mais aparecer. Que tal comprar um novo mouse wireless e não poder utilizá-lo? No caso de empresas, esses problemas podem ser ainda maiores, pois, além de o sistema ultrapassado atrapalhar a produtividade dos empregados, os bancos de dados da companhia estarão sempre à mercê dos riscos e brechas de segurança.

Isso inclusive já é de conhecimento público, uma vez que várias pesquisas apontam o Windows 7 como sendo comprovadamente mais seguro que o seu irmão mais velho, como esse relatório da própria Microsoft foi capaz de mostrar.

Desenvolvedores também abandonarão o XP


Com a descontinuidade anunciada pela gigante de Redmond, inevitavelmente o número de pessoas que utiliza o Windows XP deve cair drasticamente. E, como os desenvolvedores não têm tempo e dinheiro a perder, eles vão para onde houver maior potencial de mercado.

Com isso, não só o sistema operacional perde suporte como praticamente tudo o que você utiliza também será “abandonado”. Isso diz respeito não só a aplicações normais, mas também a ferramentas de sistema e programas essenciais para uma melhor experiência de uso. Dessa forma, problemas de compatibilidade, falta de grandes novidades e lentidão serão cada vez mais comuns em computadores com o SO.

A Microsoft tem razão?


Em uma postagem assinada por Kristina Libby e publicada no Windows Experience Blog, a companhia traz até mesmo um infográfico para mostrar como o mundo da tecnologia evoluiu nos últimos 10 anos, ilustrando de forma criativa a necessidade de todos nós nos atualizarmos.

E nesse ponto a Microsoft tem razão. Muitas pessoas apresentam certa resistência na hora de adotar coisas novas, mas quase sempre isso é necessário. Um exemplo simples: você estava satisfeito com as fitas VHS, porém, hoje em dia, com certeza não abre mão do DVD ou do Blu-ray para utilizar um antigo videocassete.

As necessidades mudam à medida que a tecnologia avança. Se para rodar o Windows XP era preciso ter um PC com processador de 300 MHz, atualmente uma máquina dessas é lenta até mesmo quando comparada a celulares. E, com os hardwares avançados de agora, contar com um SO que saiba “o que fazer” com todos esses recursos é fundamental.

O Windows 7 já conta, por exemplo, com várias ferramentas de gerenciamento de energia, algo fundamental, uma vez que o mercado de computadores móveis cresceu vertiginosamente nos últimos anos. Já o próximo SO da Microsoft trará a interface Metro e toda a adaptação necessária para ser compatível também com os tablets – produtos que nem imaginávamos utilizar em 2001, ano de lançamento do XP.

E agora, para onde correr?


Como a Microsoft ainda suportará o Windows XP até abril de 2014, você tem cerca de 22 meses para escolher como vai se atualizar. Para usuários domésticos é bastante tempo, mas empresas precisam correr para se adaptar às novidades trazidas por sistemas diferentes.

E a escolha é sua. Há várias alternativas ao seu dispor – e que incluem não só os sistemas da Microsoft, Windows 7, 8, mas também outros tipos de SO, como o Linux ou o OS X.

A grande batalha das fabricantes de PCs para conseguir baratear os produtos e conseguir vendê-los por preços mais baixos acabou incentivando a evolução de algumas distribuições do mais famoso sistema operacional livre do planeta. O Ubuntu, por exemplo, é muito popular e bastante elogiado. Além disso, se você vai trocar de máquina, pode também considerar a compra de um Mac e começar a experimentar tudo o que o OS X tem de diferente do Windows.

Agora, se você não se vê longe dos sistemas operacionais da Microsoft, há duas opções disponíveis: adotar o Windows 7 imediatamente e já começar a usufruir de todas as suas funcionalidades ou, então, aproveitar esses últimos meses de vida do XP para ver qual será o desempenho do Windows 8 – para só depois tomar uma decisão.

Há quem acredite que o próximo SO será um fracasso, e que o Windows 7 repetirá o feito do XP, que atropelou o Vista e se manteve firme até os dias de hoje. Porém, como nós não podemos prever o futuro, nos resta somente esperar e ver como será o desempenho e aceitação do novo sistema.


Até por isso, uma boa alternativa pode ser ficar em cima do muro. A Microsoft estuda oferecer descontos muito atraentes para quem tiver recém-adquirido o Windows 7 e, no ano que vem, quiser migrar para o novo sistema operacional.


Não largo por nada!



Bem, se você é fiel até o fim e não quer abandonar o Windows XP de jeito nenhum, saiba que a Microsoft não vai “proibir” ninguém de utilizar o SO. Caso você tenha que reinstalar o sistema, por exemplo, a ativação continuará funcionando normalmente.

Além disso, para os mais otimistas, existem chances de a falta de atualizações não fazer tanta diferença assim, pelo menos no que diz respeito às brechas de segurança. O pensamento é: em 2014, poucos malwares serão desenvolvidos exatamente para o XP. E, depois de cerca de 12 anos de suporte, não é possível que a Microsoft tenha deixado algo relevante passar.

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Você sabe o que é um arquivo RAR?


Se você possui um computador, é muito possível que, em algum momento, você utilizou meios virtuais como e-mail, MSN, Skype, pen drive, etc. , para enviar e receber arquivos pessoais ou de trabalho.

Esse tipo de processo tornou-se cada vez mais comum no decorrer dos anos, especialmente pelo crescimento da internet. No entanto, mesmo com os recursos de envio e recebimento existentes, alguns tipos de documentos ainda podem ser muito grandes, atrapalhando todo o processo. E é neste momento que o RAR pode ajudar você.

O formato de arquivo RAR possui a função específica de comprimir arquivos. Assim, os documentos compactados ficam consequentemente menores, aperfeiçoando o processo de compartilhamento e fazendo com que qualquer arquivo ocupe menos espaço em seu computador, por exemplo.

Como ele funciona?


Para entender o funcionamento de um arquivo RAR, imagine-o como se fosse uma carta. Ela não deixará de ser uma carta caso seja amassada ou dobrada, portanto, ela pode ter seu tamanho reduzido sem perder conteúdo. Da mesma forma acontece com um arquivo RAR: ele apenas ocupará menos espaço, porém assim que for descompactado (desamassado) voltará a ser o mesmo arquivo.

 
Indo para uma abordagem um pouco mais técnica, o processo de compressão dos arquivos em formato RAR agrupa apenas uma vez os dados que seriam repetidos. Assim, os elementos semelhantes são agrupados e há o registro da disposição original de cada um deles para que, depois que o arquivo for descompactado, eles “retornem” à posição inicial.

Voltando no tempo...


O desenvolvedor deste tipo de compressão foi Eugene Roshal, cujo nome é a origem de “RAR” — que significa Roshal ARchive.


 

Tempos atrás da informática, 1 MB era muita coisa e os primeiros discos rígidos possuíam uma capacidade limitada de armazenamento de dados. O formato RAR permitiu um melhor aproveitamento de espaço neste período, resultando em sua grande popularidade.

E onde entra o WinRAR nessa história?


Para compactar e descompactar arquivos, é necessário ter em seu computador um programa que realize esta tarefa. O aplicativo mais popular nesta categoria é o WinRAR, lançado em 1995 (além do RAR, este software ainda tem compatibilidade com diversos outros formatos). Existe outro, o 7Zip, um programa muito bom também.

O destaque do programa está na rapidez em realizar os processos de compactar e descompactar arquivos. Ele também ocupa pouco espaço no computador e oferece um extenso pacote de idiomas, incluindo o português do Brasil.

RAR versus ZIP


Se você já ouviu falar em RAR, provavelmente também ouviu sobre o ZIP: um formato de compactação semelhante ao Roshal ARchive, mas com outro algoritmo de compressão. Assim, ele consegue compactar de 8% a 15% a menos que o RAR, o que torna o ZIP menos eficiente.

Além disso, se os arquivos em RAR suportam mais de 8 GB, aproximadamente, os arquivos ZIP possuem a capacidade de 2 GB e utilizam como software de compactação e descompactação o WinZIP — principal concorrente do WinRAR.

domingo, 17 de junho de 2012

Se livre das pragas do windows


Mesmo com antivírus e outros programas que combatem possíveis invasões em nossos computadores, alguns vírus e spywares conseguem encontrar brechas na segurança e acabam se instalando no sistema.

Muitas vezes, uma simples varredura elimina qualquer problema, mas, em alguns casos, o ataque é tão agressivo que impossibilita qualquer ação de combate ao vírus.  Para esse tipo de situação que existe a alternativa “Autoruns”.

Criado pela empresa SysInternals (que depois foi comprada pela Microsoft), o Autoruns ajuda a gerenciar todos os aplicativos que iniciam junto com o Windows. No caso de vírus que impedem a ação de antivírus ou que simplesmente estão escondidos, o programa pode evitar que eles sequer sejam iniciados, protegendo assim as informações contidas na máquina.

Para desativar os vírus sem um antivírus, você vai precisar utilizar o Autoruns, que pode ser baixado clicando aqui.


Identificando arquivos maliciosos



Já com o Autoruns iniciado, você verá uma tela com diversos aplicativos. Normalmente, os programas que aparecerão são legítimos, mas, para se assegurar disso, verifique algumas informações:

Na coluna “Publisher”, caso o programa seja um aplicativo normal, deve existir a  informação sobre a empresa que o criou.

Veja o nome do programa. Caso você reconheça o arquivo, verifique apenas o endereço dele, já que existem vírus que se passam por aplicativos reais. Procure nomes de programas genéricos e que você não conhece. É interessante você analisar com cuidado todas as entradas.

Geralmente, malwares podem ser encontrados na aba “Logon”, mas isso não é uma certeza. Portanto, verifique a aba “Everything” para conseguir analisar melhor as entradas de programa. 


Bloqueando os arquivos


Agora que você já identificou algum aplicativo malicioso, chegou a hora de impedir que ele inicie junto com o Windows. Selecione o programa e escolha “Delete”. Isso vai apagar uma entrada no registro do Windows, fazendo com que o arquivo em questão não abra assim que o sistema operacional rode.

 

Feito isso, reinicie o computador. Assim que o Windows iniciar, verifique o Autoruns e o Gerenciador de Tarefas para confirmar se o programa retirado do registro não está sendo executado. Outro meio é verificar a maneira como o computador está operando e se existem momentos em que a máquina parece estar estranha.

Agora que o malware não está funcionando, você pode realizar a exclusão dele, deletando o 
arquivo EXE ou DLL em questão. Essa ainda não é a solução absoluta, mas ajuda bastante quando um antivírus não está funcionando como deveria.


Leilão da placa-mãe 1° computador Apple (US$ 150 mil)


 

Embora não tenha ficado tão conhecida quanto o Apple 2, a primeira máquina construída por Steve Jobs e Steve Wozniak (fundadores da Apple) pode ser considerada um grande marco no desenvolvimento da computação pessoal. Um pedaço dessa história agora pode ser seu graças à Sotheby’s, que está leiloando uma placa-mãe do primeiro produto da companhia com expectativas de arrecadar US$ 150 mil com o negócio.

O que mais surpreende é o fato de que o dispositivo ainda funciona, algo extremamente raro — segundo a companhia, somente outras cinco placas-mãe do tipo possuem estado de conservação semelhante. Há alguns anos, um computador Apple 1 oferecido pela Christies foi vendido por US$ 210,700. Porém, nesse caso, havia a vantagem de o produto acompanhar uma carta enviada por Steve Jobs ao comprador da máquina.

O leilão está programado para acontecer nesta sexta-feira (15) a partir das 11 horas no horário de Brasília. Caso você esteja interessado, agora é a hora de falar com o gerente do seu banco e consultar suas economias para ver se há como fazer o investimento.

Quem seria capaz de gastar tanto dinheiro com uma placa-mãe totalmente fora da tecnologia atual, e que praticamente não tem nada a não ser história?


O desfecho do caso do MegaUpload



O julgamento de Kim Dotcom, o criador do site Megaupload, ainda está longe de terminar: cada vez mais, novos capítulos deixam ainda mais enrolado o processo de acusação contra o empresário. A novidade da vez partiu de uma corte da Nova Zelândia, que decidiu obrigar o FBI a emitir uma cópia dos arquivos pessoais do réu e entregá-los a ele, acatando um pedido feito recentemente pelo rapaz.

Nos 150 terabytes de dados apreendidos na cada de Kim Dotcom estariam documentos valiosos para o caso, como emails e recibos que serviriam como prova contra o criador do Megaupload. Vale lembrar que eles não têm nada a ver com os arquivos hospedados nos servidores do site – também apreendidos, porém intocados e em segurança.

A instituição norte-americana afirmou que seriam necessários dois meses e meio para que todos os dados sejam copiados – e a eficiência não é comprovada, já que muitos arquivos se encontram codificados.


O verdadeiro motivo do fim do MegaUpload


O fechamento e a prisão dos responsáveis pelo site compartilhador de arquivos Megaupload pode não ter tido como único motivo a ‘pirataria’ digital de arquivos protegidos por direitos autorais.
De acordo com algumas novas informações que estão surgindo na rede, Kim Dotcom, proprietário do Megaupload, planejava lançar ainda neste ano de 2012 um site chamado Megabox, que iria competir diretamente com as gravadoras e com o iTunes da Apple.
Kim já teria, inclusive, firmado parceria com a Amazon, que não confirmou nada.
Entretanto, o site já contava com a simpatia dos próprios artistas Megabox
O site Megabox teria como intuito proporcionar aos artistas venderem suas músicas e ficar com 90% do valor pago, além de receberem também pelos downloads gratuitos realizados.
“Nossa empreitada musical chamada Megabox.com, um site que vai permitir aos artistas vender suas criações diretamente aos consumidores e ficar com 90% das receitas. (…). Nós temos uma solução chamada Moviekey que vai pagar os artistas até pelo download gratuito de música.” – Kim Dotcom
Com esta revelação, surge o questionamento? Será que esta ação judicial contra o site e seus responsáveis, tinha apenas o interesse de acabar com a pirataria, ou foi motivado por uma briga direta com as principais gravadoras?