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sábado, 30 de junho de 2012

Nasa: O espião do espaço



De acordo com a publicação do Discovery News, dois astronautas veteranos foram incumbidos de uma nova missão: monitorar o espaço buscando asteroides potencialmente perigosos para a humanidade, para que assim as autoridades tenham tempo suficiente de planejar e tomar as ações cabíveis em uma situação de risco.

Rusty Schweickart, piloto da Apollo durante uma viagem à Lua, e Ed Lu, tripulante da espaçonave Shuttle, estão liderando um projeto para a construção, lançamento e pilotagem de um telescópio espacial infravermelho dedicado no rastreamento de corpos celestes.

A equipe envolvida na missão espera enviar o aparelho de observação, batizado de Sentinel, entre 2017 e 2018. O plano dos cientistas e engenheiros é posicionar o telescópio na órbita do Sol, monitorando o lado menos protegido da Terra, devido à existência de menos planetas e satélites naturais nessa direção.

A princípio, o Sentinel terá como meta encontrar 90% dos asteroides com diâmetro de aproximadamente 140 metros e 50% dos corpos celestes com diâmetro de 40 metros. O projeto contará com a colaboração da B612 Foundation, uma fundação sem fins lucrativos que ficará responsável por angariar o dinheiro que bancará a missão por meio de apoios de empresas privadas e doações filantrópicas.


Coloque fim no peido mal cheiroso!


 

O odor fétido de uma flatulência é algo um tanto quanto inconveniente e, acredite ou não, ninguém solta gases com cheiro de rosas ou perfumes. Para amenizar esse mau cheiro existe o Flat-D, um desodorizador para ser usado embaixo das roupas íntimas (ao contrário do que ilustra a imagem de divulgação).

Como você pode imaginar ao olhar a figura acima, esse acessório serve para literalmente tapar o orifício responsável pela liberação desses gases nada agradáveis. A empresa responsável pelo Flat-D informa que ele é unissex, mas que não é muito confortável com roupas do tipo box.

O produto é de uso estritamente externo e não deve ser descartado em vasos sanitários. O Flat-D é vendido no site Colonial Medical em caixas com 10 unidades por US$ 30 (R$ 60).


O universo irá se desfazer?


 

Existem muitas teorias sobre como o universo vai terminar, mas nenhuma delas conta com apoio total da comunidade científica. Por razões óbvias, as divergências são grandes e por não existir a possibilidade de se provar nenhum delas, o debate se torna ainda mais acirrado.

Alguns pesquisadores afirmam que o universo vai acabar em um novo Big Bang, uma explosão sem precedentes que não vai deixar nenhum rastro do que conhecemos. Outros, porém, defendem a ideia de que tudo será engolido, não restando mais nada.

Porém, uma terceira via nessas hipóteses está ganhando cada vez mais adeptos entre os pesquisadores. Trata-se da Teoria da Grande Ruptura, ou Big Rip, que afirma que a velocidade de expansão do universo pode ser a responsável por uma desintegração de tudo o que existe, colocando fim ao universo.


Entendendo a Grande Ruptura


Segundo a teoria, o universo está em contínua expansão, a uma velocidade “controlada” que não causa nenhum tipo de desequilíbrio ou desarmonia entre tudo aquilo que existe. Caso essa velocidade de expansão aumente e ultrapasse um nível crítico, a consequência seria o deslocamento de todo tipo de matéria, mais ou menos como se tudo começasse a se esfarelar.

Com o passar do tempo, não só as galáxias se isolariam como também os planetas e, bilhões de anos depois, até mesmo os átomos deixariam de existir. A teoria leva em consideração que tudo se transformaria em partículas subatômicas mínimas, incapazes de se juntar outra vez.

A teoria foi formulada em 2003 por Robert Caldwell e não descarta que o universo poderia sofre um Big Bang. Entretanto, ao menos para os adeptos dessa tese, o Big Bang por si só não seria capaz de destruir o universo, mas sim as suas consequências, em longo prazo, poderia esfacelar de uma vez por todas tudo aquilo que existe.

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Iphone: Economizando bateria


A bateria de quase todos os smartphones no mercado não chega a ser um prodígio quando falamos em duração da carga. A história não é diferente com os iPhones, que, mesmo com uma boa bateria, não conseguem ficar muito tempo sem precisar recorrer a uma tomada. O problema, no entanto, raramente é com o aparelho, e sim com apps que usam recursos do sistema indiscriminadamente.

Uma das formas de descobrir se algum aplicativo está sugando a sua bateria é verificando a atividade dos serviços de localização do aparelho. Isso pode se tornar necessário pelo fato de alguns apps usarem o recurso o tempo todo e, por vezes, sem realmente precisar.

Para dar mais alguns minutos de folga para a bateria do seu iPhone, siga esta dica simples e fique atento à barra de notificações do iOS.


Passo 1


De vez em quando, a “flecha” do serviço de localização do iPhone aparece sem explicação na barra de notificações. Isso indica que algum app está consumindo a sua bateria provavelmente sem necessidade. Para acabar com essa farra, acesse o meu de configurações do sistema. Feito isso, procure e toque no item “Privacidade” e depois “Serv. Localização”.


Passo 2


Na próxima tela, você poderá visualizar todos os aplicativos que têm permissão para utilizar as ferramentas de localização do aparelho. Algumas, no entanto, raramente vão atrapalhar a sua vida. Um exemplo é o Mapas, que só usa o serviço de localização quando você realmente utiliza o app.

Entretanto, na mesma lista, você poderá conferir se algum aplicativo não autorizado está usando os recursos do sistema. Sendo assim, é possível desativar qualquer item estranho e economizar alguns minutos preciosos de bateria.


É importante notar que os serviços de localização não são os únicos vilões que agem contra a bateria do seu iPhone. No entanto, é bom ficar de olho nesses itens para evitar que seu smartphone fique mais tempo na tomada que na sua mão.

Sendo assim, se você quer fazer uma verdadeira busca de aplicativos que gastam a sua bateria sem motivos, use o Carat por alguns dias e tenha um diagnóstico mais completo sobre os recursos do seu telefone.