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quinta-feira, 2 de agosto de 2012

O Iphone poderia não existir.


(Fonte da imagem: Reprodução/T3)
Sucesso absoluto de vendas e um dos produtos responsáveis por transformar a Apple em uma das empresas mais lucrativas, o iPhone poderia nunca ter saído do papel. A afirmação é de Jonathan Ive, designer criador do smartphone mais vendido no mundo. Segundo ele, os primeiros modelos de iPhone apresentaram uma série de problemas conceituais que, por muitas dias, fizeram com que a equipe de desenvolvimento do produto mantivesse a cabeça cheia de preocupações.
“Com os primeiros protótipos, eu segurava o aparelho contra a minha orelha e ele discava um número”, explicou. “Precisamos detectar as diferentes formas de queixos e orelhas, além do tom de cor da pele e do penteado. Esse foi apenas um dos momentos em que pensamos que talvez não fosse uma boa ideia lançá-lo”, completou.
Ive revelou ainda que não era incomum que a companhia desenvolvesse produtos incrivelmente atraentes, mas que acabavam sendo descartados durante o estágio de produção por não serem considerados “game changers” (expressão usada para produtos ou ideias capazes de mudar as regras do jogo no mercado).
“Em inúmeras ocasiões, nós estávamos nos preparando para o estágio de produção em massa e percebemos que estávamos falando um pouco alto demais sobre as virtudes de algo”, revelou. “Para mim isso é sempre um perigo, pois parece que estou tentando me convencer de que este produto é bom mesmo”, finalizou ele.

A venda dos chips está liberada


 

Durou apenas 11 dias a proibição às operadoras Claro, Oi e TIM de venderem chips para celulares nas principais cidades do país. Segundo informações publicadas nos jornais Folha de S. Paulo e O Estado de S.Paulo, a retomada das vendas deve ser anunciada a qualquer momento pela Anatel.

De acordo com a Agência Nacional de Telecomunicações, os planos de melhorias apresentados pelas operadoras foram considerados satisfatórios, mas as empresas terão até 2014 para implantá-los. Fontes ligadas ao setor apontam que a liberação é, na verdade, fruto da pressão das empresas, que não estariam dispostas a perder as vendas do Dia dos Pais, um dos períodos mais rentáveis para o comércio.

Uma fonte do alto escalão da Anatel teria revelado à Agência Estado que as propostas apresentadas pelas operadoras foram convincentes e que as vendas podem ser liberadas já a partir de amanhã. Na semana passada, o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, já havia afirmado que esperava um desfecho para o caso em no máximo 15 dias